Um colunista da revista Veja comparou as ações policiais de combate ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro e em São Paulo [Link]. Embora os objetivos estejam muito próximos, são casos diferentes.
O que a polícia fez no Rio de Janeiro foi uma recuperação de territórios. Nessas ações, atacou exclusivamente traficantes, já que não existia ali a figura do usuário, que consumia o produto longe dos pontos de venda de drogas.
Em São Paulo, a situação é mais grave, pois os usuários estão misturados com os pequenos traficantes. Embora o poder bélico seja extremamente menor, a ação da PM paulista ataca o doente, o que é um erro terrível.
A questão de apoiar ou não a ação em São Paulo passa pela compreensão do que está ocorrendo de fato na Cracolândia. Não é questão política, é questão de inteligência. Não se pode tratar o doente com repressão. Ele precisa de tratamento médico, não de balas de borracha.
A secretária de justiça de São Paulo declarou, em entrevista ao programa Entre Aspas da Globonews [Link], que a repressão que ocorria na cracolândia, área central de São Paulo, era contra os traficantes que abasteciam os viciados. A intenção das operações, além de limpar a região, era coibir o tráfico, fazendo com que os usuários procurassem ajuda voluntariamente.
A ação foi falha. Com uma semana de operações a polícia paulista está brincando de gato e rato com os viciados que, volta e meia, se reorganizam em uma rua diferente. A polícia vai atrás e tenta dissolver o grupo e o real problema não é solucionado.
Contrariando as declarações da Secretária de Justiça de São Paulo a polícia agiu com violência contra usuários, pessoas que precisam de tratamento, de auxilio, mas o estado só consegue “dialogar” na base da porrada, da violência, da repressão. Mais uma vez a oportunidade de resolver o problema da cracolândia vai sendo desperdiçada.
A TV Folha, canal do You Tube do jornal Folha de São Paulo, tem em destaque hoje uma reportagem sobre a desocupação da cracolândia, na região central de São Paulo. A polícia militar paulista está removendo usuários e prendendo traficantes que atuam na localidade.
Veja a matéria:
Como é levantado no final do vídeo a ação do estado deveria se preocupar inicialmente no tratamento dessas pessoas que estão nessa situação de rua e que são usuárias de entorpecentes. Não é só limpar uma região da cidade, mas é incluir socialmente as pessoas que ali estão.
Entre aspas da GloboNews comenta o problema:
O caso da cracolândia é um problema de saúde pública. É preciso olhar aquelas pessoas não como marginais, mas como pessoas doentes, como de fato são. Enviando policiais e com o discurso de “limpeza” ninguém ganha. Os doentes vão migrar para outras regiões da cidade e a brincadeira de gato e rato vai seguir. É uma pena.
Embora todo deslumbre com os “meninos da Vila” o Kashiwa foi superior ao time brasileiro. O placar de 3 a 1 para o Santos só reforça a diferença entre os elencos não refletindo o jogo. Se o Santos atuar dessa maneira contra o Barcelona, vai levar um chocolate.
O Santos, no primeiro tempo, foi inferior ao Kashiwa. O time brasileiro só conseguiu sair da primeira etapa com uma certa tranquilidade pelos talentos individuais de Ganso, Neymar e Borges. Os japoneses tiveram mais posse de bola e arriscaram mais, porém foram menos efetivos.
A segunda etapa não foi muito diferente. O Kashiwa conseguiu marcar seu gol de bola parada, em um escanteio, mas acabou sofrendo o terceiro santista. Com o placar sob controle, o time paulista assistiu os japoneses chegarem com perigo. foram, no mínimo, três chances claríssimas de gol desperdiçada pelo time de Nelsinho Batista.
Decisão do quinto lugar
Depois de ser eliminado da semifinal pelo Kashiwa, o Monterrey enfrentou e venceu o Esperance por 3 a 2. Com a vitória o time mexicano conquistou a quinta colocação no campeonato. O Esperance ficou em sexto, o sétimo colocado é o Auckland City.
A privataria tucana é um livro contundente. O que ali está sendo levantado retrata um país que ainda engatinha em sua democracia. A república brasileira é jovem e cheia de problemas. Não conseguimos estabelecer uma continuidade. No último século passamos por duas ditaduras que não nos permitiram errar, fizeram isso por conta própria.
Errar faz parte do aprendizado. Crises políticas só ajudam no jogo democrático. As denuncias contra petistas e tucanos só faz nossa sociedade evoluir. É com livros reportagens como esse com denuncias embasadas, sem achismos que conseguiremos construir um país melhor.
A corrupção não tem partido político, não tem cor, não tem religião, não tem classe social… É importante que isso seja mostrado. A corrupção é um câncer que deve ser combatido com vigilância. É importante para a saúde de nosso país que todos eles sejam denunciados e punidos, sejam tucanos ou petistas.